O Jornal Vale Net ,dentro de uma ética profissional deu a a deputada Federal Alê Silva, o direito de resposta a matéria veiculada .
Em direito de resposta à publicação divulgada no dia 15 de Maio de 2019, intitulada como “Vereadores de Fabriciano Votam contra o projeto de resolução que confere a Cidadania Honorária para a Deputada Alê Silva” a Deputada Federal tem a desmentir e dizer o seguinte:
1 – Embora muito honrada com a indicação do nobre e amigo Vereador Antônio José Sargento Francisquini, a Deputada reconhece que em apenas 4 meses de mandato, ainda não foi possível fazer algo de relevante para o Município de Coronel Fabriciano a ponto de receber tão alta titularidade. De toda forma, o tempo dirá se essa rejeição foi justa ou não. Mesmo porque pelo menos 48.043 mineiros já lhes concederam tal honraria a nível de Estado, ao lhe garantir uma vaga junto à Câmara de Deputados Federais a fim de representá-los junto à esfera máxima desse país;
2 – Sobre as alegações do Sr. Vereador Prof. Edem, a Deputada Federal Alê Silva jamais pode imaginar que ele, na qualidade de Professor, entenderia como um desrespeito por parte de uma cidadã pleitear que o seu salário como Vereador fosse igual ao de um professor ou que esse pedido fosse agressivo. O Sr. Vereador falta totalmente com a verdade quando diz que a Deputada por alguma vez foi indelicada com a classe dos professores. Eis que ela jamais citou qualquer professor em suas redes sociais. Inclusive, a hoje Deputada Federal é autora do PL nº 1.500/19 que permite o uso dos recursos do salário-educação para o pagamento de pessoal da educação básica, cujo texto está em análise junto à Câmara dos Deputados. Quanto ao salário de um Deputado Federal ser igual a de 3 (três) professores, como o nobre vereador sugere, se for comparar o salário da Deputada com de um professor que trabalhe a mesma quantidade de horas semanais que ela, que tenha o seu mesmo preparo (duas graduações, duas pós-graduações, Mestrado em Direito Internacional Público em andamento, conhecimento de duas línguas estrangeiras) tem-se que o seu salário está menor do que o do profissional das profissões. Quanto a apresentação de um Projeto de Lei junto a Câmara Federal sobre o tema, já existe junto a respectiva Consultoria Legislativa uma proposição para que todo o pré-candidato a qualquer cargo político seja submetido a uma prova equivalente ao Enem para se ver autorizado a concorrer ás eleições. Isso porque não se pode mais admitir políticos, a exemplo de alguns vereadores, que mal sabem escrever o próprio nome, quiçá redigir um projeto de lei que é a sua obrigação assuma um cargo de tão alta relevância junto à população. Quanto às mordomias, basta o senhor vereador acessar o site da transparência da Câmara dos Deputados Federais para constatar que a Deputada Alê Silva renunciou e não está a receber o auxílio-moradia, nem reside em apartamento funcional, bem como, tem um número expressivamente reduzido de assessores. Muito diferente dos deputados federais do partido do senhor deputado, que aliás, nos últimos anos se revelou como sendo uma verdadeira facção criminosa, cujo líder principal se encontra preso. Quanto à fixação de gabinete em Ipatinga, destaca-se que isso jamais impediu dos cidadãos e cidadãs fabricianenses de levarem as suas demandas coletivas para a Deputada. Eis que ela e a maioria de seus assessores residem pelos diversos bairros da cidade de Coronel Fabriciano onde jamais se furtaram de receber qualquer pessoa da comunidade, mesmo fora do expediente normal de seu gabinete de apoio.
3 – Quanto à denúncia do esquema das laranjas no Estado de Minas Gerais, a Deputada Federal Alê Silva assume a autoria dessa notícia-crime que foi levada ao conhecimento do Ministério Público, pois ela não tem bandido de estimação e entende que qualquer foco de corrupção tem que ser combatido, mesmo que seja dentro de seu próprio partido. Ela sempre defendeu o bom uso dos recursos públicos, razão pela qual jamais permitira que o seu desvio acontecesse tão perto de si. Esclarece-se por oportuno que a Deputada Federal Alê Silva não usou nem um centavo de Fundo Partidário em sua campanha, por entender que o dinheiro suado do cidadão deve ser revertido em seu benefício e não em benefício do projeto político de alguns;
4 – Quanto aos demais vereadores que votaram contra, o que se tem a dizer é o seguinte: Carmem do Sintrocel: muito embora tenha demonstrado a sua garra como a única mulher da casa, ainda guarda mágoas por não ter conseguido aumentar o seu próprio salário no ano de 2017 por interferência da hoje Deputada Federal Alê Silva e outros cidadãos e cidadãs fabricianenses que não concordaram com tal aumento, pois o Município já se encontrava em crise financeira. Os nobres Vereadores Adriano, Lugão e Cristiano do Cais dividem a mesma mágoa. Choram juntos o aumento salarial não auto-concedido em 2017 até os dias de hoje. O Sr. Vereador Xingozinho, que traz em seu currículo apenas os louros de sua paternidade, o seu voto contrário é uma honra, vergonha para a Deputada seria se tivesse votado a favor. Quanto ao nobre vereador Marcos da Luz, a Deputada Federal o reconhece como sendo um homem de valor e trabalhador, de grande conhecimento técnico, mas que infelizmente pertence a um partido que, como já dito, deixou uma mácula histórica nesse país como sendo aquele que em mais escândalos de corrupção se envolveu e hoje tem a sua maior liderança por detrás das grades. Há sim, tem o vereador Eugenio Pascelli. Esse senhor a Deputada Federal nunca o viu nem mais gordo e nem mais magro, bem como, até então nunca tinha ouvido falar na sua pessoa. O seu posicionamento não tem o menor significado para ela;
5 – Fica aqui o grande e sincero agradecimento aos Vereadores Burrinho, Sandro e Canídia que souberam superar as diferenças do passado e viram na Deputada uma personalidade merecedora de tal título. Agradecimento especial ao Vereador Francisquini que foi o autor do requerimento. Podem estar certos de que as portas do Gabinete e da casa da Deputada Federal Alê Silva estarão sempre de portas abertas para os senhores.
A Deputada tem plena convicção de que os votos contrários dos senhores vereadores acima citados não correspondem a vontade da maioria do povo fabricianense, mas sim, a mera demonstração de revanchismo e, como já dito acima, expressam apenas o choro livre pelo aumento salarial não concedido a algum tempo atrás.
Por fim, um título que jamais poderá ser negado à Deputada Federal Alê Silva, é o de que ela foi a primeira mulher Deputada Federal eleita pelo Vale do Aço e com domicílio eleitoral na querida cidade de Coronel Fabriciano. Isso ficará registrado na história, independente da vontade de qualquer político local.
Att.
Alê Silva – Deputada Federal
