Policia

Promotores encontram fortuna em casa de ex-secretário preso no Rio

Written by adminab
Divulgação/MP-RJ

Promotores do Gaecc (Grupo de Atuação Especializada no Combate à Corrupção) do MP-RJ (Ministério Público do Rio de Janeiro) encontraram uma fortuna escondida em uma casa em Itaipava, na região serrana do Rio, que pertence ao ex-secretário de Saúde, Edmar Santos, preso hoje por suspeita de integrar uma organização criminosa que fraudou contratos de compras de respiradores.

Os agentes já contabilizaram ao menos R$ 6 milhões em espécie, mas ainda não é possível aferir o valor total. O UOL teve acesso a fotos e um vídeo que mostra as cédulas de R$ 50 e R$ 100 sendo contadas pelo MP-RJ.

As investigações da Operação Mercadores do Caos miram o que seria, na visão dos promotores, uma quadrilha para fraudar a compra de respiradores para vítimas do novo coronavírus, feita em caráter emergencial e sem licitação.

De acordo com os promotores, houve um conluio entre pessoas em posição de comando na SES (Secretaria Estadual de Saúde) e empresários para direcionar os contratos emergenciais e desviar recursos públicos. Três empresas foram escolhidas para fornecer os equipamentos, em contratos que somam R$ 180 milhões, mas nenhum respirador foi entregue.

Edmar foi preso em sua casa no bairro de Botafogo, na zona sul do Rio. Mandados de busca e apreensão também foram cumpridos numa outra casa dele, em Itaipava, na região serrana, onde foi encontrada a fortuna.

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Os mandados foram expedidos pelo Juízo da 1ª Vara Criminal Especializada da Capital. Segundo o MP, houve autorização da Justiça para acesso e extração de conteúdo armazenado nos materiais apreendidos, como celulares, computadores e pen drives, inclusive de registros de conversas telefônicas ou telemáticos, como mensagens via SMS ou aplicativos como WhatsApp.

Os mandados foram expedidos pelo Juízo da 1ª Vara Criminal Especializada da Capital. Segundo o MP, houve autorização da Justiça para acesso e extração de conteúdo armazenado nos materiais apreendidos, como celulares, computadores e pen drives, inclusive de registros de conversas telefônicas ou telemáticos, como mensagens via SMS ou aplicativos como WhatsApp.

A Justiça também autorizou a apreensão judicial de bens e valores de Edmar de cerca de R$ 37 milhões, o equivalente aos recursos desviados em três contratos fraudados para compra dos equipamentos médicos.

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