
Um prejuízo líquido de R$ 423 milhões, como o sofrido pela Usiminas (USIM5) no primeiro trimestre, costuma ser um bom motivo para os investidores venderem ações ou sequer cogitar sua compra. Mas, para a Mirae Asset, esse mau resultado não é desculpa para fugir do papel.
Em relatório assinado por Fernando Bresciani e Pedro Galdi, a Mirae recomenda a compra das ações da siderúrgica, com preço justo de R$ 7,16. O valor representa um potencial de alta de 44% sobre a cotação tomada como referência pela gestora.
Entre os argumentos, está o grande desconto dos papéis, quando se analisam os múltiplos pelos quais são negociados. A Mirae observa que, atualmente, as ações preferenciais da Usiminas são cotadas a 4,9 vezes a relação EV/Ebitda (o valor da empresas sobre ebitda).
