Deixa eu entender ?
Na quarta-feira (12), por volta das 12h, a CENIBRA emitiu uma nota, publicada pelo JVN, onde dava conta que não era responsável pelo ocorrido. Na nota desta quarta-feira (19), a empresa afirma que “os aspectos meteorológicos do dia, com predomínio de vento no sentido Governador Valadares–Ipatinga, podem ter potencializado a percepção de odores diversos pela população”.
De acordo com a Cenibra, a partir da constatação da condição atípica de percepção de odor pela população, “iniciou-se uma rigorosa apuração, conduzida por técnicos especializados da Empresa, que detectou um acionamento do sistema de segurança de queima de gases não condensáveis (GNC – mercaptanas). Este sistema existe para evitar riscos a pessoas e equipamentos”, explcia.
Tão logo identificada a ocorrência, a CENIBRA informou o fato ao Ministério Público Estadual, à Polícia Militar Ambiental e ao Núcleo de Emergências Ambientais da Secretaria de Estado de Meio Ambiente. As condições meteorológicas do dia, com predomínio de vento no sentido Governador Valadares– Ipatinga, podem ter potencializado a percepção de odores diversos pela população.
“Vale ressaltar que, no Vale do Aço, não existe sistema de monitoramento da qualidade do ar capaz de detectar odor. A Empresa ressalta que, pelas características do referido gás produzido no processo, não há risco ou perigo de danos à saúde da população, mas apenas desconforto relacionado ao odor”, declara a empresa.
A CENIBRA finaliza informando que iniciou a contratação de um estudo com consultoria especializada, a fim de avaliar e compreender a dinâmica de dispersão dos gases em diferentes condições atmosféricas em sua região de abrangência. O estudo será um balizador para evolução do sistema de monitoramento. “A CENIBRA reafirma que monitora continuamente seu processo produtivo e cumpre com transparência todas as normas e os padrões exigidos pela legislação e pelas licenças ambientais vigentes”, conclui.
