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Documento que revela submundo do poder de Aécio em MG desapareceu no STF, diz advogado. Por Joaquim de Carvalho

Written by adminab

Em 1o de agosto de 2012, o advogado Dino Miraglia Filho protocolou no Supremo Tribunal Federal um conjunto de papéis que passou a ser conhecido como A Lista de Marcos Valério. Eram papéis originais, com a assinatura do próprio operador do mensalão. Nesse lista, há nomes de financiadores da campanha eleitoral de Minas Gerais em 1998 e de beneficiários, muitos candidatos, como Aécio Neves e Eduardo Azeredo, outros não, como o ministro do STF Gilmar Mendes e a modelo Cristiana Aparecida Ferreira, que seria assassinada dois anos depois.

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A lista, uma prática do submundo da política mineira, foi feita para intimidar beneficiários e doadores. Alguns anos depois, ao responder a um processo movido por Gilmar Mendes contra ele, por crime contra a honra, Dino Miraglia foi informado pelo Ministério Público Federal em São Paulo de que os originais protocolados no STF haviam desaparecido. A procuradora quis saber se ele tinha algum envolvimento com o desaparecimento.

“A senhora conhece o protocolo do STF?”, questionou Dino, em depoimento que foi gravado em vídeo. “No STF, quando você protocola um documento, não passa do balcão”, disse ele, que guardou consigo o protocolo da entrega.

Naquele dia, depois de entregar os documentos, Dino Miraglia decidiu ir até o gabinete do ministro que era o responsável pelo inquérito do mensalão, Joaquim Barbosa. Conversou com um assessor, Marco 


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