
O conglomerado japonês Nippon Steel já se prepara para a indicação da presidência da Usiminas, na qual é sócio com cerca de 31% do capital votante.
O “plano A”, se a escolha fosse hoje, seria Roberto Maia, que foi diretor executivo de Produção da Usina de Ipatinga, em Minas Gerais, e que hoje ocupa a Diretoria Corporativa de Pesquisa, Propriedade Intelectual e Padronização de Tecnologia da siderúrgica. A japonesa, porém, tem o direito de apontar o próximo presidente da Usiminas apenas em 2022.
A alternância de poder na empresa faz parte do acordo de acionistas fechado há pouco mais de um ano e que marcou o desfecho de uma longa briga societária entre Nippon e Ternium, que controlam a siderúrgica.
A primeira a fazer a nomeação ao cargo foi a Ternium, que manteve Sergio Leite na presidência até 2022. À época, a Nippon indicou, por sua vez, o ex-Electrolux Ruy Hirschheimer como presidente do Conselho de Administração. Procurada, a Usiminas disse que não comenta “assuntos relativos aos seus acionistas”.
