Joseph Aquilina odeia a expressão transtorno de déficit de atenção com hiperatividade (TDAH). Ele acha que os termos “déficit” e “transtorno” sugerem disfunção. E prefere sua própria nomenclatura: hiperpropulsor de diferença de atenção.

Aquilina recebeu o diagnóstico de TDAH aos 37 anos, 16 anos após o diagnóstico de dislexia. O eloquente morador de Londres sempre pensou que suas dificuldades de concentração, memória e planejamento se deviam à dislexia, até que as pessoas à sua volta começaram a fazer mais perguntas sobre seu comportamento.
Aquilina foi diagnosticado com TDAH durante uma tempestade perfeita de acontecimentos estressantes. Ele trabalhava enquanto tentava abrir um novo negócio, estudava para obter um diploma de pós-graduação, se tornava pai e refletia sobre suas próprias experiências na infância.
Ele agora trabalha como coach de TDAH, valendo-se de sua própria experiência: “Sou como uma mosca na parede que também faz parte da parede”, diz ele.
Nesta função, ele percebeu que é comum ser diagnosticado em um momento de crise, como foi o caso dele. As pessoas que ele atende estão tentando equilibrar pratos giratórios. “E os pratos podem cair e quebrar.”
No Reino Unido e em outros países, mais adultos foram diagnosticados com TDAH nos últimos anos — e a demanda excedeu o que os especialistas esperavam. Em meio a este crescimento, há também uma necessidade cada vez maior de informações sobre as nuances do diagnóstico.
